BIOGRAFIA
LÉO BARGOM, LÉO PAJEÚ E LEONIRES BARBOSA GOMES
Leonires Barbosa Gomes (Léo
Pajeú) nasceu em Iguaracy-PE, a 5 de fevereiro de 1961. Antes de completar 10
anos de idade, os seus pais levaram-no para Brasília onde permanece até hoje.
Cresceu por entre livros, gibis e outros
tipos de leituras, gosto incutido em si pela mãe desde a tenra idade. Da
leitura à escrita foi um longo passo, e foi no ciclo secundário que começou a
criar poesias. Aos 15 anos passou a conhecer melhor a ditadura brasileira e
sofrer influência dos escritores e grandes festivais de músicas.
Com 17 anos iniciou a aventura de
escrever uma poesia, mas a noção de que lhe faltava vocabulário, conhecimento e
vivência levaram-no a reconsiderar tal tarefa. Era ainda novo para tal
empreendimento.
Seguiram-se anos de constante mudança:
cumpriu o serviço militar, neste período escreveu suas primeiras poesias e
editou um pequeno livro de bolso artesanalmente usando uma máquina de escrever Olivetti Lettera 32. Livro
que infelizmente foi furtado de seu armário dentro do quartel, causando-lhe
grande mágoa, destas poesias só havia cópias de três, perdendo outras dezessete
que fugiram de sua mente e seu domínio. Teve inúmeros empregos, até que
aos 30 anos, casou. Do seu casamento nasceram duas filhas: Emanuelle Gomes
Bonifácio e Kamilla Gomes Bonifácio e um filho João Paulo Gomes Bonifácio. Dois
netos: Arthur Monte Bonifácio e Dante Bonifácio. Cursou Graduação em Educação
Física, pela Faculdade Albert Einstein e Especialização em Educação Física
Escolar, pelas Faculdades Integradas de Jacarepaguá-FIJ. Atualmente é Agente de Gestão Educacional -
Secretaria de Estado da Educação, voluntário como Treinador - Clube dos
Corredores de Brazlândia. Tem experiência
na área de Educação Física, com ênfase em Treinador de Atletismo, atuando
principalmente nos seguintes temas: atletismo, condicionador físico, personal
trainer, esporte base, educação física, pesquisa, internet, escritor de
histórias e contos diversos, poeta nacional e internacional. A criação
literária tinha deixado de lado até os 50 anos, depois de seu cinquentenário a
escrita virou uma atividade constante que vive lado a lado com a vida
profissional e social.
Para o autor a escrita é como uma
confidente, onde desabafa e cria pequenas construções com palavras para
relembrar a si mesmo e aos que o leem a beleza que o mundo tem para nos dar.
Através da escrita exorciza medos e frustrações, alegrias e conquistas,
devaneios e prazeres, e assim há três anos surgiram “Contos Sobrenaturais ou
Supernatural Tales, Lendas Urbanas, As aventuras de Pedro Beato, Corpo Seco e a
Legião de Zumbis, Lendas Brasileiras de Suspense e Terror, Pesadelos, Terror na
Cobertura, entre outros”, obras de mais fôlego onde o autor mistura com
maestria, ficção, terror e suspense, dando-nos a sentir um pouco da aragem
perdida que é a juventude, além das publicações de suas Monografias e de livros
técnicos sobre Atletismo e Condicionamento Físico, esporte e atividade que gosta de trabalhar e que lhe dar muito
prazer.
Como gosta de escrever, e
nessa vontade escreve o que vem na cabeça, acaba escrevendo de tudo um pouco,
começando com poesias, depois contos de suspense e terror, pela origem, coisas
do sertão, e depois atendendo pedidos, começou a escrever romance, história
infantil e por aí vai...
O primeiro pseudônimo foi Léo
Bargom, (abreviação de Leonires Barbosa Gomes) estava escrevendo pequenos
contos de Suspense e Terror, havia uma boa aceitação nas redes sociais, até
chegou a publicar o primeiro livro “Supernatural Tales” – Editora América Star
Books. Teve que parar um tempo e depois decidiu voltar com o pseudônimo Léo Pajeú, Léo é seu apelido, que vem do
nome Leonires e Pajeú é uma relação e homenagem a região onde nasceu, o Alto
Pajeú, nunca o incomodaram com esses pseudônimos, nem também teve a necessidade
de excluí-lo de sua vida de escritor, autor, poeta, contista, cordelista,
etc...
Por esta razão, usa um pseudônimo
para cada época que se identificou com os textos, Léo Bargom assume como autor de contos de suspenses, mistérios e
terror, Léo Pajeú assume como autor
das poesias, sonetos, cordéis, romances, histórias infantil, juvenil, júnior e
adultos, Leonires Barbosa Gomes
continua como autor dos livros técnicos, didáticos e educativos.

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